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Dicas

Teoria da resposta ao item (TRI): entenda como isso influencia sua nota

Escrito por Pré-Alfa
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Você sabe o que é a TRI (Teoria da Resposta ao Item) e como ela influencia a sua nota? O método utilizado para avaliar os candidatos do Enem não considera apenas os acertos das questões, ele é complexo e tem diversas particularidades.

Entender o seu funcionamento é essencial para escolher técnicas de estudos adequadas, saber como se comportar na hora da prova e, posteriormente, compreender a sua nota no exame.

Para ajudá-lo, preparamos um post explicando de forma simplificada o que é essa teoria, quais são os parâmetros utilizados por ela e como a sua nota é influenciada por esse modelo. Confira!

O que é a TRI?

A Teoria da Resposta ao Item é um modelo matemático proveniente da psicometria. Com ele, é possível analisar de forma minuciosa o conhecimento dos alunos em testes, detectando possíveis “chutes”. Além disso, ele permite a realização de exames com questões diferentes, desde que tenham o mesmo nível de dificuldade.

Essa metodologia é utilizada para a avaliação de candidatos em testes internacionalmente conhecidos, como o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), o Test of English as a Foreign Language (TOEFL) e o Scholastic Assessment Test (SAT).

Como a TRI funciona?

Ao contrário da Teoria Clássica dos Testes (TCT), normalmente utilizada em provas, a TRI não considera a quantidade de acertos e sim o padrão das respostas. Para fazer a análise, são utilizados três parâmetros para avaliar cada item da prova. São eles:

  • parâmetro de discriminação: referente aos conhecimentos dos alunos sobre os assuntos cobrados;

  • parâmetro de dificuldade: representa a dificuldade de cada questão, podendo ser fácil, média ou difícil;

  • parâmetro de acerto casual: diz respeito a veracidade do conhecimento do aluno sobre as questões que acertou, identificando se o estudante tem domínio sobre o assunto ou “chutou” a resposta.

Dessa forma, a probabilidade do aluno julgar corretamente um item depende do seu grau de proficiência sobre o assunto. Assim, ele deve acertar as questões que têm um nível de dificuldade igual ou abaixo do seu domínio e errar as que têm um nível acima.

Como a TRI é usada na prática?

Achou a explicação sobre o funcionamento da TRI muito complicada? Vamos a um exemplo!

Imagine que em uma prova existam cinco questões diferentes, porém, sobre o mesmo assunto. Na escala de avaliação, elas são consideradas da seguinte forma:

  • questão 1: difícil;

  • questão 2: difícil;

  • questão 3: média;

  • questão 4: fácil;

  • questão 5: fácil.

Suponhamos que, ao realizar a prova, três alunos (X, Y e Z) conseguem acertar três entre as cinco questões, da seguinte forma:

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  • aluno X: acertou as questões 3, 4 e 5;

  • aluno Y: acertou as questões 1, 4 e 5;

  • aluno Z: acertou as questões 1, 2 e 4.

Em uma avaliação em que fossem considerados apenas os números de acertos, os três tirariam a mesma nota. Já com a TRI, o aluno X obteria a maior nota, enquanto o aluno Z ficaria com a menor.

Isso aconteceria porque o aluno X acertou as três questões consideradas mais fáceis e errou as duas mais difíceis, mantendo um padrão de proficiência. O aluno Z acertou as duas mais difíceis, mas errou uma fácil e uma média, demonstrando inconstância nas respostas e possíveis “chutes”.

Com a TRI, a nota não está diretamente relacionada ao número de acertos, mas com a coerência entre as respostas e com a proficiência que isso demonstra. Assim, para ter um bom desempenho no Enem, é necessário se empenhar nos estudos para realmente obter domínio dos assuntos.

Entendeu como a TRI funciona e como ela influencia a sua nota do Enem? Deixe o seu comentário e compartilhe conosco as suas impressões e observações sobre o tema.

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